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segunda-feira, março 20, 2006

...les diré que te recuerdo. J J Mestre e derivação

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blog imperdível!
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"Cuando los ángeles pregunten por ti, les diré que te recuerdo."
Juan José Mestre
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1.
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.Cuando los ángeles pregunten por ti,
.les diré para repetir la pregunta.
. ?Niña asombrada?
.?Anciana memória antígua?
.
Adiar la respuesta
. - la verdad.
.
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.
2.
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.Cuando los ángeles pregunten por ti,
.me haré muda tonta loca
.humana.
.
Quizás se apenen de tí
.y te llamen
.de vez
.para que yo vuelva al cielo.
.
.
.
3.
.
.Cuando los ángeles pregunten
.voy a acostarme en sus alas
.sueñando la respuesta que descubrirán.
.
Así
.guardo para mi solos las palabras
.del verso que habla por ti.
.
.
.
4.
.
.Cuando los ángeles vengan
.les cantaré antes que pregunten por ti.
.
Y mi voz los llevará hacia donde habitas
.(y aún no lo sabes).
.
.
.
5.
.
.Cuando, entonces, me callar
.sonriendo
.así, despacio,
.con una mano en sus alas
.intentaré robar a los ángeles
.la pena que hará la prueba
.que será testigo de ese encuentro.
. nuestro.
.
Me callaré sonriendo
.como que distraída aunque siga
.muy atenta
.a los pequeños movimientos
.insensibles angelicales
.invisibles
.efectos de los ángeles
.eternos
.hasta quedarme con la pena de esa ala
.
.
esa pena
.con la que
.finalmente
.escribiré
.un día
.el poema de nuestro Amor.
.
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.derivação de maria toscano
. Coimbra, 17 mar 06

Sem comentários:

já de abalada? ande cá! corra a cuartina de riscas e sente-se aí no mocho (no canapé? é melhor nã, nã seja que as preguetas lhe dêem cabo da roupa).
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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
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como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas
("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
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ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
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