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domingo, outubro 19, 2008

Llansol? "A" Maria Gabriela? - exactamente!

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...e nem de propósito (para mim que ando - sempre - a ler/reler Maria Gabriela Llansol )
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que felicidade!:
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no sítio da Assírio & Alvim pode ler-se:
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"«[Gabriela Llansol é] dos escritores mais originais da literatura portuguesa. Não só da literatura contemporânea mas provavelmente de sempre. 
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[Penso que] será o próximo grande mito literário português. A escrita dela é fulgurante. Não há nada que se possa comparar. [...] É uma espécie de fenómeno misterioso. Alguém vindo de uma outra espécie de planeta. Quem a encontra é difícil não ficar fascinado por essa escrita.» 
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Eduardo Lourenço, entrevista de Carlos Vaz Marques. 
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Ler, Setembro de 2008."
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exactamente, Mestre Eduardo Lourenço! de entre tantos "sabichões"-críticos neste portugalito, tão poucos que entendem e proclamam esta enormidade da nossa Literatura...
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maria toscano

2 comentários:

vaandando disse...

Rendo-me .
Desde os contos, depois finita , a casa 13 de Agosto, a velha triologia da Afrontamento, um beijo dado mais tarde ... e tudo mais ...
Boa escolha que aguça uma revisitação...
Abraço
JRmarto

sulmoura disse...

aliás, revisitação é uma excelente metáfora para designar a (identidade da) Obra de Llansol: toda a sua escrita é uma contínua revisitação do mundo e da escrita, não achas? Vou pensar mais nisto.... (GraTa, Zé!)

já de abalada? ande cá! corra a cuartina de riscas e sente-se aí no mocho (no canapé? é melhor nã, nã seja que as preguetas lhe dêem cabo da roupa).
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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
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como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas
("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
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ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
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