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segunda-feira, maio 01, 2006

Poema de Amor, da Argentina Edna Pozzi

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Y el amor,o mejor dicho, la costumbre del amor.

el dulce hábito de la decencia

.corre por nuestra piel en días como estos.

.Entonces arrastramos la nostalgia

.de aquellas playas en calma donde el aire era mínimo

.y los azules encajaban entre las manos

.como una copa.

.Las hemos visto antes o quizás yo las he visto

.para tu mirada, que ahora me circunda de arena

.y de blancas palabras sin fatiga.

.Quizá fué la aventura que nos faltó vivir

.como si respirásemos profundamente

.y fuéramos capaces de abarcar la totalidad del aire

.como si de improviso todos esos signos

.frutales de la infancia

.se levantaran en arboledas altas y profundas.

.

. La visión de aquellas puertas, amigo,

.de aquellas puertas que eran blancas y hondas,

.¿pudo ser más profunda que esta muerte

.accidental y torpe

.donde nos perdemos?

.¿de qué manera , rescatados y vivos,

.podríamos nombrar una limpieza semejante?

.¿de cuántas formas , fragilidad y espejo,

.podría alzarse el sitio del verano?

.Y el amor, o mejor dicho, esto que nos sucede

.en cada puente, esta seguridad de las maderas,

.¿de qué lugar salvado tironea nuestra piel

.hacia el río?

.En estos días en que tocando el aire se queja

.tu mirada, yo me pregunto, ¿de qué manera invento

.una seguridad para las rosas?

.¿cómo digo esta clara cercanía? ¿ésta presencia

.que ya no es mi sombra? ¿cómo sé que no miento

.a los espejos?

.

.Y el amor , o mejor dicho, aquel amor que fuimos

.por un instante en medio de los puentes

.es también un vestido transparente, sobrevive en la piel

.tú lo has visto agitarse, es en el viento

.donde adquiere su color de ternura.

.

.Es en el viento donde se abre , apenas,

.hacia colinas altas y lejanas.

.

.Edna Pozzi (Argentina, ) IN "OBRA POÉTICA (1969-2000)"

.(divulgado a 28 Abr/2006, por Graciela Wenceblat no "Zaguán")

3 comentários:

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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já de abalada? ande cá! corra a cuartina de riscas e sente-se aí no mocho (no canapé? é melhor nã, nã seja que as preguetas lhe dêem cabo da roupa).
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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
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como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas
("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
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ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
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