Manifesto pela Cultura na Europa: clicar aqui, pf
voz do sul, em sal moura./ espigas e oliveiras em campo maior./ mãos de avós, raízes e galgos sedentos de chuva./ tapete de luz./ calçada puída.// voz do sul: canto lunar da madrugada.
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sulmoura de Maria Toscano está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://sulmoura.blogspot.pt/.
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quinta-feira, setembro 08, 2011
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
resposta ao repto de Vicente Ferreira da Silva (clicar neste título para aceder ao blog/post)
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“mos sido, mas os outros vêem-nas por fora.”
in
Memória das minha putas tristes,
de Gabriel Garcia Marques, pág 16
(porque o livro, nesta edição pelo menos — D. Quixote, 2005 — só tem ao todo ao todo, 125 pág… .
(ehehehehe)
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passa-se a cirandar, a partir deste "momento solene", também nos 5 seguintes Blogues:
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mt, indo reptar...
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e entretanto o verso
agradecido
espraia-se em braços
túmidos
invisíveis
longas raízes húmidas
dizíveis
ramadas ramas íntimas palavras
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ramas que have“mos sido [ ]" em fino verbo.
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agradecidas ramas.
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"outros
vêem-nas por fora”
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e o verso alastra, entre ramas, ao fruto.
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maria toscano
Coimbra, 20 Fev. / 2009.
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segunda-feira, fevereiro 09, 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
João Rasteiro: resposta ao repto da Mª Gabriela na sequência do repto da Maria Gomes
(pf, clicar no título deste post para ler o poema)
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domingo, fevereiro 01, 2009
resposta ao repto da Mª Gabriela na sequência do repto da Maria Gomes
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in canto.chão.
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pode ler-se:
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"resposta ao repto da Maria Gomes
respondendo ao repto que me foi lançado pela Maria Gomes do blogue "Romã [A] de Vidro", transcrevo a 6ª linha, na página 161, de um romance histórico de ken follett ,
"os pilares da terra", vol II .depois ,se o engenho me ajudar ,tentarei escrever algo...
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mas antes, remeto o convite para esta ciranda à Maria Toscano ,à Mateso ,ao João Rasteiro e ao Luís Costa .
leiam ,por favor ,a 6ª linha da página 161 do livro que estiver mais próximo de vós, transcrevam-na e… escrevam.
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[...]pancada que o atirou pelo ar. O cão foi aterrar como um saco de ossos.[...]"
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agora, vamos aqui à 6.ª li da p. 161... de... ?
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João Barrento, "Na Dobra do Mundo. Escritos Llansolianos". Mariposa Azual, 2008.
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!!!!!!!!
?????
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isto é "inscrevível!" e passo a citar:
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(...) e num saber que são constitutivamente intrínsecos do histórico" *
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(riscos escritos na sequência do repto)
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(...) e num saber que são constitutivamente intrínsecos do histórico" *
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é do lamber mais sinuoso
íntimo de tão físico
que as teses e os ensejos aprendem
a saber o desejo.
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do mínimo e devastador limbo da pele, sorvo de espuma a ferver
em verso
em carne ao vivo
fractura exposta do que intensamente
vibra e
volta a gemer-
se. a si.
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é desse miolo requebrando uns lábios finos
nos lábios fortes do abrir
no abrir da tua veia
vinco imanente da exaustão brava
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do milagre da conversão do nervo em sémen
do milagre da gestação do instante
desse milagre
fulminante
apartando os ácaros da prosa
refulge a fala a lavra
a lava
em uni/verso "e num saber
que são constitutivamente intrínsecos do histórico"
poema à mão.
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* in João Barrento, Na Dobra do Mundo. Escritos Llansolianos.
Mariposa Azual, 2008.
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maria toscano, Coimbra, 1 fevereiro/2009
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e....
passo o repto para o José Ribeiro Marto, o Augusto Mota, o Vitor Oliveira Mateus e...
a Maria Azenha
(eh eh eh!)
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(uf...)
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mt
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já de abalada? ande cá! corra a cuartina de riscas e sente-se aí no mocho (no canapé? é melhor nã, nã seja que as preguetas lhe dêem cabo da roupa).
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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
.
chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
.
nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
.
como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas ("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
.
ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
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como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas ("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
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ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
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