voz do sul, em sal moura./ espigas e oliveiras em campo maior./ mãos de avós, raízes e galgos sedentos de chuva./ tapete de luz./ calçada puída.// voz do sul: canto lunar da madrugada.
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sexta-feira, julho 03, 2009
sábado, abril 11, 2009
Ernesto Cardenal: Prémio Pablo Neruda 2009
sábado, julho 07, 2007
segunda-feira, junho 19, 2006
eixos, Frida e Olbinski
quarta-feira, março 01, 2006
Frida, Vital!
"La pintura formó parte de la lucha que Frida Kahlo sostuvo por la vida. También constituyó un aspecto muy importante del proceso de su 'autocreación'; la presentación teatral de sí misma, en su arte, como en su vida, era un medio de controlar su mundo. Mientras se recuperaba, recaía y se volvía a reestablecer, se inventaba siempre de nuevo. Creó a una persona que podía movilizarse y hacer maldades con la imaginación en lugar de con las piernas (...). Frida es la única persona que se dio a luz a sí misma. La lucha entre las dos Fridas, la muerta y la viva, se estaba llevando a cabo siempre dentro de ella".
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Así lo explicaba Lola Álvarez Bravo, una de sus compañeras de escuela. Para Frida, sin embargo, ese momento fue de un aprendizaje definitivo... Todo el tiempo del mundo se aceleró para ella, envejeció en segundos y aprendió a habitar un planeta transparente como el hielo... ¿Qué son los espejos: reflejos de la realidad o proyectos de la imaginación..?
fonte: http://www.letralia.com/ed_let/frida/1.htm
(no rescaldo da Exposição de Frida Kahlo, no CCB - Lisboa, que tive a honra e o prazer de ver a 24 de Fevereiro/2006, com os Argentinos : a Poeta e Amiga Graciela Wencelblat e o, já Amigo, Eduardo Fridman)
terça-feira, janeiro 03, 2006
poemão de Jaime Sabines, Mexicano (1926- )
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do seu livro Uno es el poeta /poemas sueltos 1951-1961
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Tu cuerpo está a mi lado
fácil,dulce,callado.
Tu cabeza en mi pecho se arrepiente
con los ojos cerrados
y yo te miro y fumo
y acaricio tu pelo, enamorado.
Esta mortal ternura con que callo
te está abrazando a ti mientras yo tengo
inmóviles mis brazos.
Miro mi cuerpo, el muslo
en que descansa tu cansancio,
tu blando seno oculto y apretado
y el bajo y suave respirar de tu vientre
sin mis labios.
Te digo a media voz
cosas que invento a cada rato
y me pongo de veras triste y solo
y te beso como si fueras tu retrato.
Tú, sin hablar, me miras
y te aprietas a mí y haces tu llanto
sin lágrimas, sin ojos, sin espanto.
Y yo vuelvo a fumar, mientras las cosas
se ponen a escuchar lo que no hablamos.
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divulgado no zaguán pela Graciela W
terça-feira, dezembro 06, 2005
frida kahlo (1907 - 1954 )


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faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
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como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas ("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
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ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!

