voz do sul, em sal moura./ espigas e oliveiras em campo maior./ mãos de avós, raízes e galgos sedentos de chuva./ tapete de luz./ calçada puída.// voz do sul: canto lunar da madrugada.
sulmoura de Maria Toscano está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://sulmoura.blogspot.pt/.
blogue de rascunhos que recusa o acordo ortográfico — onde estamos:
- Maria Toscano / Sulmoura edição de Autor
- artconnectberlin
- video walks poéticos
- "Andam pela terra os poetas". 8.ª Sessão. Casino Figueira/Minerva Coimbra/IsabelGarcia. 29Out2013.
- Antologias Multinacionais: "Cintilações da Sombra 2" (Org: Victor Oliveira Mateus), 2014.
- Antologias Multinacionais: "O Prisma das Muitas Cores - Poesia de Amor Portuguesa e Brasileira" (Org: Victor Oliveira Mateus), 2010.
- Antologias Nacionais: "Abril 40 Anos". Colectânea de Textos. APE / Âncora Editora, 2014.
- Antologias Nacionais: "Degraus" - antologia poética solidária (LAHUC). edição: Casino Figueira, 2013.
- Antologias Nacionais: Amado Amato (Org: Pedro Salvado), Câmara Muncipal de Castelo Branco, 2012.
- Antologias Nacionais: Encantada Coimbra (Coimbra Capital Nacional da Cultura), 2003.
- Antologias Nacionais: Memória da Palavra.Antologia Poética. 1º Encontro de Jovens Poetas de Coimbra (SECC), 1995.
- Colectâneas Nacionais: Poesia Por Timor Loro Sae.
- Bienais de Poesia: III Bienal de Poesia de Silves, 2008.
- Bienais de Poesia: IV Bienal de Poesia de Silves, 2010.
- Blogues (outros) da Autora: doutamente, desde 2005
- Blogues (outros) da Autora: emedeamar TransKulturel lips, desde 2006
- Blogues (outros) da Autora: prsi - sociologia da esperança, desde 2010
- Editoras: Dom Quixote, Antologia
- Editoras: Editora Labirinto: Antologia Portuguesa e Brasileira
- Editoras: Edições Minerva de Coimbra
- Editoras: Grácio Editor
- Editoras: Palimage Editores
- Editoras: Pé-de-Página Editores
- Edições na Web: Poetas del Mundo / Poetas do Mundo
- Edições na Web: o Fulgor da Língua / o estado do mundo, co-criação no ciberespaço (Coimbra Capital Nacional da Cultura), 2003
- Festivais Internacionais de Poesia: III Festival Internac. de Poesia de Dois Córregos SP Brasil, 2009
- canal de maria toscano no youtube
- sound cloud maria toscano
- facebook maria toscano
domingo, julho 12, 2009
imperdível! - Livro de José Ribeiro Marto
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
domingo, fevereiro 01, 2009
resposta ao repto da Mª Gabriela na sequência do repto da Maria Gomes
segunda-feira, outubro 20, 2008
Talvez o vinho traga... - José Ribeiro Marto
terça-feira, setembro 09, 2008
Canção - "Todos os dias", José Ribeiro Marto
domingo, setembro 23, 2007
roubei um auto-retrato ao José R Marto - digam lá: não é belo?
terça-feira, setembro 11, 2007
Um farol - de José R Marto
Talvez o vinho traga... - outra pérola de José Marto
quinta-feira, junho 21, 2007
«O Som é vermelho...», de José Ribeiro Marto
sexta-feira, maio 18, 2007
Pastoreio,José R.Marto - Poesia1ºPremioLitterarius
domingo, dezembro 10, 2006
Cantiga de amigo ou cantiga de mágoa, José Ribeiro Marto
Os meus cabelos longos, lavo lavo .
Águas de espera correndo, .trago trago .
Duas águas tidas, escorro, lavo lavo .
Os meus olhos caídos pedindo trago. .
.
Às aves que partem peço e digo .
Uma nova vinda, um silêncio amigo! .
Um piar chegando, um silêncio guardo .
Um piar partindo, um silêncio trago. .
.
Os meus olhos longos, estendendo estendo .
O silêncio dia, o chegar bailando .
Estas aves nuas, voando, a chegar voando .
Estas aves tuas, chegando a voar chegando. .
.
Ai, as minhas mãos, as tuas tocando .
Ai, as minhas mãos, as tuas trocando. .
.
E as águas das rias, espelhadas e frias .
O luar de volta, o crescer da lua .
Esta morte - ao longe .
Esta ausência - a tua. .
.
Ai, o piar das aves caíndo no vento .
Ai, o piar das aves de ausência antiga. .
.
São de ave aflita, de piar que grita .
São de ave amiga, de piar aflita..
.
José Ribeiro Marto, 1992
.
faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
.
chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
.
nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
.
como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas ("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
.
ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!