Central Blogs
. Licença Creative Commons
sulmoura de Maria Toscano está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em http://sulmoura.blogspot.pt/.
Mostrar mensagens com a etiqueta Polis. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Polis. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, setembro 09, 2011

TODOS, Caminhada de Culturas: Programa 2011

TODOS, Caminhada de Culturas: Programa 2011: A terceira edição do Todos, Caminhada de Culturas traz-nos novidades que valorizam o conceito deste festival, que se quer de bairro e em sim...

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Boca do Inferno – Ricardo Araújo Pereira in "Visão" Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

.
A crise está em crise
.
"A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado."
(clicar no título deste post para ler o artigo na íntegra)
.

segunda-feira, novembro 17, 2008

O Analfabeto Político - Bertolt Brecht

.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguer, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
.

domingo, outubro 19, 2008

Charles Coocoo où Matotoson Iriniu - A Poesia pelos direitos do Povo Ameríndio

.
.
.
"Déclaration poétique du 5 avril 2008 à Bruxelles de reconnaissance des génocides amérindiens
.
.
Déclaration écrite et dite en place de nos amis américains de tout le continent, du Grand Nord au Grand Sud, qui pour de multiples raisons ne peuvent encore prendre la parole comme nous le faisons aujourd’hui. Car le Tabou que représente pour eux toutes et tous, citoyennes et citoyens des Amériques, la question dite autochtone, des premières nations, des natives ou des amérindiens est encore comme feu qui brûle en plein hiver, coeur froid qui ne peut voir ou ressentir encore, car il faut avancer, il faut brûler, conquérir tous les territoires sans trop de questions se poser, et oui, sans se poser, courir loin loin et vite vite toujours et encore plus loin et plus vite… vers l’ouest, à l’opposé d’où surgit le soleil…
.
.
.
Nous,
belges, français, anglais, espagnols, portugais, italiens... et donc Européens. Nous, arrière, arrière, arrière petits-enfants de Tous ceux qui d’ici ont vu partir ou dû partir ou décidé de quitter ce vieux continent pour conquérir un Nouveau Continent pourtant aussi ancien que le nôtre.
.
.
.
Nous, reconnaissons qu’au nom de l’asile, de la conquête, de l’avidité, de la possession, de l’espoir et parfois même au nom de nos dieux,
Nous, avons perpétré l’Innommable et qu’ici en ces lignes
Nous, Déclarons comme Inacceptable, comme un regret trop tard arrivé : systématiquement nous, là-bas, encore européens puis américains, canadiens, mexicains, brésiliens, colombiens, argentins et autres centre et sud-américains, avons arraché à d’autres hommes leurs terres et leurs rêves, les terres et les rêves de leurs aïeux, leurs richesses, leur mémoire…
Nous, les avons d’abord considérés comme sans terre, puis « sans âme » (comme nos femmes jadis), puis avons pillé, épuisé, territoire et humains, et sommes rentrés en Guerre contre des frères, les avons tués, massivement et ensuite expulsés…
Nous, les avons acculés à l’occupation de maigres zones-territoires où nous nous efforçons de les maintenir aujourd’hui encore. Si nous les en sortons, c’est pour leur demander de renoncer à eux-mêmes, à oublier qui ils sont, d’où ils viennent et où les portent leurs rêves, pour qu’ils ne se rendent ailleurs que dans l’Invisible : les acculturer, changer leurs noms, les baptiser de nos religions, les violer dans ce qu’ils ont de plus intime, au plus profond d’eux-mêmes, au plus profond de nous. Les Réserves n’hébergent les Casinos, zones hors taxes, que pour mieux les soûler – ivresse de l’Or qui a perdu toute vraie valeur de l’Esprit ! Ces Camps de la Mort Lente nous appellent à dénommer cette série d’actes qui dure depuis plus de 500 ans par son nom : l’un des Génocides les plus longs, durables et massifs de l’histoire connue de l’Humanité, celui des populations dites Indiennes des Amériques !
.
.
.
Nous, petits-petits, minuscules enfants de ces hommes et de ces femmes qui pourtant rêvaient d’avenirs meilleurs, de mondes nouveaux, d’utopies… et qui ont commis ces actes… Nous, demandons PARDON. À travers toi, Charles Coocoo, nous demandons humblement et insuffisamment PARDON. Nous, te confions, Charles, à toi, maître de cérémonies, Matotoson Iriniu, à toi et à tes ancêtres, cette Déclaration, signée par toutes les personnes de bonne volonté réunies ici ce soir, dont la liste est reprise ci-après… toutes personnes réunies autour de la Poésie, de la Musique, de l’Art et de la recherche de sens…
.
.
.
Cette Déclaration est un acte de Reconnaissance et de Repentance. Sa limite est le retard avec lequel elle est venue. Ses horizons sont sa sincérité et les gens qui la portent. Cette Déclaration est aussi une Affirmation : l’être humain peut s’épanouir, continuer à découvrir et élargir ses territoires sans piller, tuer, massacrer, annihiler. Cette Déclaration se veut enfin une Promesse : dorénavant, ensemble, construisons des formes nouvelles de coexistence des âmes, des pensées, des coeurs, des actions et des aspirations… La Parole est pour nous tous la possibilité d’un pouvoir de Transformation de nos limites en réalisations de la Vie et donc du Sublime. Un poète de chez nous, français, disait que s’il existait une montagne qui reliait la Terre au Ciel, cette Montagne était invisible à notre Vision ordinaire mais que pourtant, la Base de cet Invisible devait bien se trouver quelque part, et être Visible ! forcément…
.
.
.
À toi, poète, chamane, humain,
Nous, confions cette Déclaration.
Elle voyagera après ce soir, rejoindra d’autres Ambassades que celle que symboliquement nous constituons ce soir.
Que de cette petite base visible, ton peuple et tous les peuples frères qui de tout temps, depuis l’expansion de l’homo sapiens, ont vécu de telles abominations, depuis l’invisible, fassent nourriture bien réelle pour les Fêtes, Danses et Créations que nous sommes appelés à vivre ensemble !
.
Fait à Bruxelles, le 5 avril 2008
A l’Espace Senghor, lors du Maelström FiEstival #2
.
.
Copie originale et signée remise à Charles Coocoo-Matotoson Iriniu. Copies étant faites pour être diffusées dans les jours, semaines, mois, années qui viennent…
.
.
La déclaration peut être lue et signée également sur www.fiestival.org - Suivent : noms, prénoms, nationalité et lieu de résidence des personnes signataires"
.
IN www.fiestival.org — © todos os direitos reservados.
(clicar no título deste post para aceder a informações sobre Charles Cocoo)
.

quinta-feira, outubro 16, 2008

Imaginem - Mário Crespo a 4 de Agosto, actual a 16 de Outubro (actual a 4 de Novembro?) - in JN

. .
.
Imaginem, 2008-08-04, Jornal de Notícias
.
"Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados.
.
Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação. Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo. Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos. Imaginem que país seremos se não o fizermos."
.
.
Mário Crespo, in Jornal de Notícias de 4/Ago/2008
.

quinta-feira, maio 01, 2008

Cristina Robalo Cordeiro sobre a Casa-Museu Miguel Torga

Imprescindível ler!

no 1º de Maio, mantém-se actual (artigo de Ana Benavente)

Será este o País que queremos?
.
.
.
1. Não sou certamente a única socialista descontente com os tempos que vivemos e com o actual governo.Não pertenço a qualquer estrutura nacional e, na secção em que estou inscrita, não reconheço competência à sua presidência para aí debater, discutir, reflectir, apresentar propostas. Seria um mero ritual. Em política não há divórcios. Há afastamentos. Não me revejo neste partido calado e reverente que não tem, segundo os jornais, uma única pergunta a fazer ao secretário-geral na última comissão política. Uma parte dos seus actuais dirigentes são tão socialistas como qualquer neoliberal; outra parte, outrora ocupada com o debate político e com a acção, ficou esmagada por mais de um milhão de votos nas últimas presidenciais e, sem saber que fazer com tal abundância, continuou na sua individualidade privilegiada. Outra parte, enfim, recebendo mais ou menos migalhas do poder, sente que ganhou uma maioria absoluta e considera, portanto, que só tem que ouvir os cidadãos (perdão, os eleitores ou os consumidores, como queiram) no final do mandato. Umas raríssimas vozes (raras, mesmo) vão ocasionando críticas ocasionais.
.
.
.
2. Para resolver o défice das contas públicas teria sido necessário adoptar as políticas económicas e sociais e a atitude governativa fechada e arrogante que temos vivido?Teria sido necessário pôr os professores de joelhos num pelourinho? Impor um estatuto baseado apenas nos últimos sete de carreira? Foi o que aconteceu com os "titulares" e "não titulares", uma nova casta que ainda não tinha sido inventada até hoje. E premiar "o melhor" professor ou professora? Não é verdade que "ninguém é professor sózinho" e que são necessárias equipas de docentes coesas e competentes, com metas claras, com estratégias bem definidas para alcançar o sucesso (a saber, a aprendizagem efectiva dos alunos)? Teria sido necessário aumentar as diferenças entre ricos e pobres? Criar mais desemprego? Enviar a GNR contra grevistas no seu direito constitucional? Penalizar as pequenas reformas com impostos? Criar tanto desacerto na justiça? Confirmar aqueles velhos mitos de que "quem paga é sempre o mais pequeno"? Continuar a ser preciso "apanhar" uma consulta e, não, "marcar" uma consulta? Ouvir o senhor ministro das Finanças (os exemplos são tantos que é difícil escolher um, de um homem reservado, aliás) afirmar que "nós não entramos nesses jogos", sendo os tais "jogos" as negociações salariais e de condições de trabalho entre Governo e sindicatos. Um "jogo"? Pensava eu que era um mecanismo de regulação que fazia parte dos regimes democráticos.
.
.
.
3. Na sua presidência europeia (são seis meses, não se esqueça), o senhor primeiro-ministro mostra-se eufórico e diz que somos um país feliz. Será? Será que vivemos a Europa como um assunto para especialistas europeus ou como uma questão que nos diz respeito a todos? Que sabemos nós desta presidência? Que se fazem muitas reuniões, conferências e declarações, cujos vagos conteúdos escapam ao comum dos mortais. O que é afinal o Tratado de Lisboa? Como se estrutura o poder na Europa? Quais os centros de decisão? Que novas cidadanias? Porque nos continuamos a afastar dos recém-chegados e dos antigos membros da Europa? Porque ocupamos sempre (nas estatísticas de salários, de poder de compra, na qualidade das prestações dos serviços públicos, no pessimismo quanto ao futuro, etc., etc.) os piores lugares? Porque temos tantos milhares de portugueses a viver no limiar da pobreza? Que bom seria se o senhor primeiro-ministro pudesse explicar, com palavras simples, a importância do Tratado de Lisboa para o bem-estar individual e colectivo dos cidadãos portugueses, económica, social e civicamente.
.
.
.
4. Quando os debates da Assembleia da República são traduzidos em termos futebolísticos, fico muito preocupada. A propósito do Orçamento do Estado para 2008, ouviu-se: "Quem ganha? Quem perde? que espectáculo!"."No primeiro debate perdi", dizia o actual líder do grupo parlamentar do PSD, "mas no segundo ganhei" (mais ou menos assim). "Devolvam os bilhetes…", acrescentava outro líder, este de esquerda. E o país, onde fica? Que informação asseguram os deputados aos seus eleitores? De todos os partidos, aliás. Obrigada à TV Parlamento; só é pena ser tão maçadora.Órgão cujo presidente é eleito na Assembleia, o Conselho Nacional de Educação festeja 20 anos de existência. Criado como um órgão de participação crítica quanto às políticas educativas, os seus pareceres têm-se tornado cada vez mais raros. Para mim, que trabalho em educação, parece-me cada vez mais o palácio da bela adormecida (a bela é a participação democrática, claro). E que dizer do orçamento para a cultura, que se torna ainda menos relevante? É assim que se investe "nas pessoas" ou o PS já não considera que "as pessoas estão primeiro"?
.
.
.
5. Sinto-me num país tristonho e cabisbaixo, com o PS a substituir as políticas eventuais do PSD (que não sabe, por isso, para que lado se virar).Quanto mais circo, menos pão. Diante dos espectáculos oficiais bem orquestrados que a TV mostra, dos anúncios de um bem-estar sem fim que um dia virá (quanto sebastianismo!), apetece-me muitas vezes dizer: "Aqui há palhaços". E os palhaços somos nós. As únicas críticas sistemáticas às agressões quotidianas à liberdade de expressão são as do Gato Fedorento. Já agora, ficava tão bem a um governo do PS acabar com os abusos da EDP, empresa pública, que manda o "homem do alicate" cortar a luz se o cidadão se atrasa uns dias no seu pagamento, consumidor regular e cumpridor… Quando há avarias, nós cortamos-lhes o quê? Somos cidadãos castigados! O país cansa!Os partidos são necessários à democracia mas temos que ser mais exigentes. Movimentos cívicos…procuram-se (já há alguns, são precisos mais). As anedotas e brincadeiras com o "olhe que agora é perigoso criticar o primeiro-ministro" não me fazem rir. Pela liberdade muitos deram a vida. Pela liberdade muitos demos o nosso trabalho, a nossa vontade, o nosso entusiasmo. Com certeza somos muitos os que não gostamos de brincar com coisas tão sérias, sobretudo com um governo do Partido Socialista!
.
Ana Benavente
.
Professora Universitária, militante do PS - PÚBLICO, 02.12.2007

quinta-feira, junho 21, 2007

Omenagem à hortografia - Francisco José Viegas

Omenagem à hortografia
. Francisco José Viegas, Escritor
.
.
Asenhora menistra da Educação açegurou ao presidente da República que, em futuras provas de aferissão do 4.º e do 6.º anos de iscolaridade, os critérios vão ser difrentes dos que estão em vigor atualmente. Ou seja os erros hortográficos já vão contar para a avaliassão que esses testes pretendem efetuar. Vale a pena eisplicar o suçedido, depois de o responçável pelo gabinete de avaliassões do Menistério da Educação ter cido tão mal comprendido e, em alguns cazos, injustissado. Quando se trata de dar opiniões sobre educassão, todos estamos com vontade de meter o bedelho. Pelo menos.
.
Como se sabe, as chamadas provas de aferissão não são izames propriamente ditos limitão-se a aferir, a avaliar - sem o rigôr de uma prova onde a nota conta para paçar ou para xumbar ao final desses ciclos de aprendizagem. Servem para que o menistério da Educação recolha dados sobre a qualidade do encino e das iscólas, sobre o trabalho dos profeçores e sobre as competênssias e deficiênçias dos alunos.
.
Quando se soube que, na primeira parte da prova de Português, não eram levados em conta os erros hortográficos dados pelos alunos, logo houve algumas vozes excandalisadas que julgaram estar em curso mais uma das expriências de mudernização do encino, em que o Menistério tem cido tão prodigo. Não era o caso porque tudo isto vem desde 2001. Como foi eisplicado, havia patamares no primeiro deles, intereçava ver se os alunos comprendiam e interpetavam corretamente um teisto que lhes era fornessido. Portantos, na correção dessa parte da prova, não eram tidos em conta os erros hortográficos, os sinais gráficos e quaisqueres outros erros de português excrito. Valorisando a competenssia interpetativa na primeira parte, entendiasse que uma ipotetica competenssia hortográfica seria depois avaliada, quando fosse pedido ao aluno que escrevê-se uma compozição. Aí sim, os erros hortográficos seriam, digamos, contabilisados - embora, como se sabe, os alunos não sejam penalisados: á horas pra tudo, quer o Menistério dizer; nos primeiros cinco minutos, trata-se de interpetar; nos quinze minutos finais, trata-se da hortografia.
.
Á, naturalmente, um prublema, que é o de comprender um teisto através de uma leitura com erros hortográficos. Nós julgáva-mos, na nossa inoçência, que escrever mal era pensar mal, interpetar mal, eisplicar mal. Abreviando e simplificando, a avaliassão entende que um aluno pode dar erros hortográficos desde que tenha perssebido o essencial do teisto que comenta (mesmo que o teisto fornessido não com tenha erros hortográficos). Numa fase posterior, pedesse-lhe "Então, criançinha, agora escreve aí um teisto sem erros hortográficos." E, emendando a mão, como já pedesse-lhe para não dar erros, a criancinha não dá erros.
.
A questão é saber se as pessoas (os cidadões, os eleitores, os profeçores, "a comonidade educativa") querem que os alunos saião da iscóla a produzir abundãnssia de erros hortográficos, ou seja, se os erros hortográficos não téêm importânssia nenhuma - ou se tem. Não entendo como os alunos podem amostrar "que comprenderam" um teisto, eisplicando-o sem interesar a cantidade de erros hortográficos. Em primeiro lugar porque um erro hortográfico é um erro hortográfico, e não deve de haver desculpas. Em segundo lugar, porque obrigar um profeçor a deixar passar em branco os erros hortográficos é uma injustiça e um pressedente grave, além de uma desautorizassão do trabalho que fizeram nas aulas. Depois, porque se o gabinete de avaliassão do Menistério quer saber como vão os alunos em matéria de competenssias, que trate de as avaliar com os instromentos que tem há mão sem desautorisar ou humilhar os profeçores. .
Peçoalmente, comprendo a intensão. Sei que as provas de aferissão não contam para nota e hádem, mais tarde, ser modificadas. Paço a paço, a hortografia háde melhorar.
.
Francisco José Viegas escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras

segunda-feira, maio 21, 2007

Criancinhas, Miguel Carvalho - Visão Online

A criancinha quer Playstation. A gente dá.
.
.
.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
.
.
.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa
.
e acaba tudo em festim de chocolate.
.
.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas
.
tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
.
.
.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a
.
criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser
.
diferente.
.
.
.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso
.
lado no sofá e passa-lhe o comando.
.
.
.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o
.
berreiro continua.
.
.
.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
.
.
.
Desperta.
.
.
.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada,
.
diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda,
.
jantares e bares.
.
.
.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso.
.
Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de
.
convívio em convívio e de noitada em noitada.
.
.
.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e
.
torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles
.
estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó
.
e numas férias à maneira.
.
.
.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo
.
de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa.
.
Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não
.
limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
.
.
.
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr
.
nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e
.
umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada.
.
Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas,
.
lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas
.
de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra
.
e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e
.
espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar
.
em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
.
.
.
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha,
.
continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário
.
deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a
.
fazer porcarias».
.
.
.
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em
.
zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei.
.
Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar
.
ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E
.
então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
.
.
.
(oferta de Maria Gabriela R Martins)
comentário: não só das zonas problemáticas: da classe média também. maria t

domingo, abril 01, 2007

inSurGente - 2 anos

. . por Iñaki Errazkin*ierrazkin@hotmail.com .
Fue el 17 de marzo de 2005 cuando los responsables de la publicación quincenal digital Cádiz Rebelde decidimos que ya estábamos listos para enfrentar la nueva etapa como diario y, ni cortos ni perezosos, colgamos en la red el primer número de este periódico electrónico. inSurGente era ya una realidad y la suerte estaba echada. Había nacido una trinchera ideológica que, con la perspectiva del tiempo transcurrido, podemos calificar sin falsa modestia de referencial para tantas y tantas personas huérfanas de información y de opinión ajenas al circiuito oficial de Falsimedia. Pero hay que remontarse al último trimestre de 1999 para conocer el origen de nuestra alianza. Recuerdo que, por esas fechas, recibí una llamada telefónica de Jorge López, un profesor y comunista uruguayo descendiente de españoles. Me propuso reunirnos con una tercera persona para hablarnos de una idea que, "sin duda", dijo, "nos resultaría atractiva". Acepté y el encuentro tuvo lugar pocos días después. Así conocí a Antonio Maira, un marxista capitán de fragata en la reserva -rara avis en la Armada de las Españas- y politólogo especializado en americanismo. Jorge nos explicó que había pensado en nosotros para fundar y mantener una publicación digital que incidiera en la vida política de la Bahía de Cádiz, en la que los tres estamos afincados. Se trataba de informar y opinar "de otra manera", rompiendo el monopolio de los medios al servicio de lo establecido, encabezados por los periódicos del grupo Joly. Según él, licenciado universitario en Imagen y Sonido, las nuevas tecnologías informáticas permitían sacar adelante lo que en soporte de papel sería inviable por el elevado coste, imposible de asumir por nosotros.Tras varias reuniones, en las que nos fuimos conociendo más y mejor, comprobamos que, efectivamente, el proyecto era realizable y, muy ilusionados, nos constituimos en troica subversiva con la misión de agitar nuestro espacio vital y -la burocracia es la burocracia- fundamos la que sería nuestra cobertura legal: la Asociación Cultural "Pensamiento Libre" -inscrita con todos los sacramentos en la Consejería de Justicia de la Junta de Andalucía-, editora de la revista telemática Cádiz Rebelde que vería la luz en mayo de 2000. Poco a poco, la asociación se fue nutriendo de gente interesante -en su mayoría, amigos y conocidos de alguno de los tres- que hicieron sus pinitos en el quincenal. Miguel Martín Ayllón, Jesús Prieto, Jesús García Blanca, David Franco Monthiel, Antón Corpas, Manuel David Orrio, Miguel Álvarez, Hugo Gómez, Yolanda Castro, José Manuel López Alcaraz, Fany Miguens, Eduardo Montes de Oca, Adriana López, Luis Sexto, Blas López-Angulo y el magnífico dibujante Juan Kalvellido son algunos de los fichajes de aquella etapa, la mayoría de los cuales continúan aportando sus inestimables colaboraciones en inSurGente. Sin embargo, pronto constatamos la imposibilidad de controlar el destinatario en Internet. Nosotros dirigíamos nuestros escritos a los trabajadores gaditanos, hombres y mujeres, pero la mayor parte de las visitas nos llegaban desde otras provincias del reino borbónico e, incluso, desde varios países americanos. Había que adaptarse y el cambio de nombre y de objetivo eran cuestión de tiempo. Limitados por nuestro escaso conocimiento de la cosa informática, nos pusimos en manos del Centro de Recursos para Asociaciones de Cádiz (CRAC), que nos acogió hospitalaria y solidariamente y, tras un arduo proceso de adaptación de su herramienta preferente -el programa PHP Nuke-, su Red Asociativa es, desde nuestro renacimiento como inSurGente, nuestro seguro servidor.Ustedes nos recibieron bien desde el primer día y se lo agradecemos profundamente. Por nuestra parte, incrementamos considerablemente la dedicación y la calidad. Ampliamos el plantel de colaboradores con firmas tan importantes como Carlos Tena, Osmaira González Consuegra, Ilse Bullit, José Luis Vázquez, Norelys Morales, Óscar Gómez Mera, Daniel C. Bilbao, Manuel F. Trillo, Tadeo Sevilla, Carlo Frabetti, Andrés Vázquez de Sola y Ramón Cotarelo (los dos últimos han causado baja por diferentes motivos, pero tienen las puertas abiertas para cuando deseen regresar). Si alguien me preguntase cuáles son, a mi juicio, las señas de identidad de inSurGente, respondería que son: la más absoluta independencia, el rigor analítico y un iconoclasta sentido del humor, además del atractivo componente gráfico y de la impagable interactividad que permite que ustedes, estimados lectores y lectoras, puedan expresarse libremente. Pero, el principal activo de inSurGente -lo que lo distingue sobre todo- es, precisamente, la pluralidad de su Consejo de Dirección, con sus (nuestras) especificidades, con sus (nuestras) diferencias y con sus (nuestras) tensiones. Tres editores-directores -tanto montan, montan tanto-, cada uno de su padre y de su madre, que hemos sabido compartir y desarrollar un proyecto mediático común que, desde hace dos años y gracias a ustedes, es una realidad que crece en audiencia de forma exponencial. *Iñaki Errazkin es periodista y presidente de la asociación Pensamiento Libre, editora del diario digital inSurGenteCopyleft: Autorizada la reproducción del texto siempre que se cite al autor y a inSurGente
.
Copyright © por inSurGente.org Derechos Reservados.
.
Publicado en: 2007-03-19 (514 Lecturas)
.

sábado, dezembro 02, 2006

DECLARACIÓN DE CHIMBOTE (Perú) de Los Poetas...

DECLARACIÓN DE CHIMBOTE (Perú) DE LOS POETAS DEL MUNDO .

De: poetas del mundo info@apostrophes.cl

24-nov-2006 16:10Asunto: DECLARACIÓN DE CHIMBOTE (Perú)

DE LOS POETAS DEL MUNDORUNA, Asociación Pro CulturaE-mail: codal100@yahoo.es

Dentro de marco del CERTAMEN LITERARIO Y PICTÓRICO convocado por la CASA DELPOETA DEL PERÚ (2-5 de noviembre de 2006), los abajo firmantes, POETAS DELMUNDO,

DECLARAMOS .

1.. La poesía está en la realidad DE LA VIDA y el poeta es un trabajadormás que forja un útil llamado poema y un objeto llamado poemario, con losque extrae, fija la poesía entrevista para darlo a su pueblo. .

2.. El poema es un acto de amor por que en él se concentran todas lasenergías positivas del ser humano. .

3.. Toda palabra, verso, poema, poemario y cuadro pictórico y arte engeneral responden a una clase social determinada y a una realidad concreta ytransportan ideología. La poesía pura no existe ni nunca existió, salvo enlas mentes de los que se miran el vientre y las liendres en sus pubis. .

4.. La palabra, el verso, el poema, TODA OBRA DE ARTE, son armas decombate contra las sombras, y el poeta, EL ARTISTA, es un luchador socialmás contra la Sombra y su Cabeza de Hidra: EL IMPERIO. .

5.. Vivimos tiempos de guerra de un mundo que muere, el del Cubil de laBestia y su signo la moneda; y un mundo que nace, el de la Luz y del pan yjusticia para todos. Debemos optar por uno u otro. Quien no elige en susactos y sólo en palabras, es un traidor. .

6.. No reconocemos fronteras, que son las vallas de la Bestia para dividirpueblos. .

7.. Nos solidarizamos con los Presos Políticos y Prisioneros de Guerra delPerú y del Mundo, que son Diamantes, con un RUBÍ, iluminando al Mundo. .

8.. Decimos: NO al EGO, NO al INDIVIDUALISMO, NO a LA MUERTE. .

9.. Decimos: SÍ a la PAZ FRUTO DE LA JUSTICIA y NO a LA PAZ DE CEMENTERIO. .

10.. Decimos: SÍ al poema ORGÍA DE VIDA, y SÍ al poemario AGONÍA DETRIUNFO. .

11.. Decimos: SÍ al ARTE DEL HOMBRE NUEVO y NO AL ARTE DE ASCO PARA PLACERDE LA BESTIA..

Firmamos la presente, como testimonio ante los hombres de la tierra, .

en el Puerto de Chimbote, Perú. .

Domingo 5 de noviembre de 2006.

domingo, agosto 06, 2006

NO A LA GUERRA, SÍ A LA PAZ

NO A LA GUERRA SI A LA PAZ .
Es preferible una paz injusta a una guerra justa.
.
.
.
.
.

SOBRAN ARMAS .

Si no lo digo.

.mis palabras se volverán grises..

.

.Si me lo callo.

el corazón se cerrará con llave,.

.ramos de sol se apagarán al viento,.

.y el mundo éxplotará si lo silencio. .

.

.Hay que desactivar .

.el llanto, la ignorancia, .

.la nave con plutonio, .

.los negociados con el hambre,.

.la inmutable indiferencia .

.frente a lo que no tiene conocida marca. .

.

.

Hay que nombrar al niño, .

.a los millones de niños.

.que antes de dejar la niñez.

.se vuelven viejos. .

.

..

Panzas con hambre,.

.huesos deformados .

.de tanto trabajar. .

.

.

.Hay que desactivar.

.la ambición que destruye la esperanza. .

.

.

Está faltando amor. .

.Está faltando pan... .

.¡y sobran armas!.

Poldy Bird .

.

.

"La guerra es la obra de arte de los militares, el broche dorado de su profesión. No han sido creados para brillar en la paz". .

.(Isabel Allende) .

.

-.

.

.Existen unos cuantos días entre dos guerras .

.a los que llamamos tiempo de paz. .

.No hay tiempo de paz; sólo hay días .

.de preparación para la nueva guerra. .

.Sí, unos cuantos años son necesarios .

.para organizar y nuevamente a la guerra. .

.Otra vez continuamos matándonos unos a otros. .

.¡Ya basta! .

.

.Osho .

.

quarta-feira, agosto 02, 2006

Declaração de Paz das Pessoas de todo o mundo

.

DECLARACION DE PAZ DE LA GENTE DE TODO EL MUNDO [AmistadMundial]

.

Declaración de Paz de la gente de la tierra a los líderes del mundo

«Nosotros, la gente de la Tierra, hemos observado la escalada de violencia y el lanzamiento de injustos ataques que han causado y todavía están causando enorme sufrimiento entre nuestros hermanos y hermanas en Darfur, Iraq, Palestina, Afganistán, Libano y otros países alrededor del planeta.Nosotros, los ciudadanos del planeta Tierra, consideramos a cada ser humano como un herman@, sin importar sus condiciones de color, origen étnico, sus sistema de creencia, o religión. Nosotros somos todos uno en este planeta.Todos respiramos el mismo aire. Todos, tenemos sangre roja.Porque cada uno de nosotros es un hermano o una hermana; nosotros, la gente de la Tierra, estamos pidiendo que los líderes del mundo nos ayuden en nuestros esfuerzos y detengan el inicio de guerras sin fin y sin sentido.

A aquellos, que están ocupando otros países, nosotros les estamos pidiendo que se retiren y que regresen adonde quiera que pertenezcan, porque ésto es lo mas correcto de hacer. Nadie quiere las ocupaciones de territorios.

A los que toman las armas y van al extranjero a matar personas que no conocen, pedimos que detengan cualquier guerra en la que estén luchando, porque eso es lo correcto de hacer. Tú solamente estás luchando en la guerra de la elite. No estás luchando para el más alto Dios de todos. La violencia no es el camino.

A los científicos que crean armas cada vez más sofisticadas y mortales de destrucción masiva, nosotros les pedimos que en vez de eso, dirijan sus esfuerzo hacia el desarme y qué hacer con esta basura tóxica.

Nosotros, los ciudadanos del planeta Tierra, pedimos a todos los políticos, líderes religiosos, académicos, las fuerzas militares y la población en general a unirse a esta comisión que, bajo cualquier circunstancia, nos oponemos a cualquier acción bélica. Diciendo que no les ayudaremos de ninguna manera en acciones bélicas.

Si ningún ser humano con excepción de algunos individuos ricos [quiénes controlan todo] desean la guerra, nosotros todos si rechazamos ofrecer con violencia a pesar de la campaña de temor propagado por los medios de comunicación, es dudoso que los que están gritando por la guerra vayan o envíen a sus propios chicos a luchar al extranjero.

A los grupos radicales, estamos pidiendo que dejen de participar en cualquier acción que pueda ser malinterpretada por los gobiernos y cree más violencia.

Nosotros, la gente de la tierra, por lo tanto declaramos que ejercitaremos nuestros derechos de vivir en PAZ con cada uno, y que no utilizaremos la violencia bajo ninguna circunstancia contra otro ser humano.

Grupo 11 – Scouts Voluntarios para el Primer Contacto.»

(Recebido da Lista da internet «Amistad Mundial», a 1 / Agosto/ 2006)

domingo, junho 25, 2006

censura no séc 21

 Posted by Picasa

Contra a Censura ao Poeta Mauricio Otero, Chileno

.Repudiamos la censura sufrida por el poeta chileno Mauricio Otero y reclamamos una declaracion oficial donde se condene este execrable acto y se tomen las medidas correspondientes sobre los responsables.

.Se requiere entonces " criterio formado" para ver a diario la extrema pobreza de miles de vecinos? Las violaciones permanentes a los Derechos Humanos por parte de los poderes "democraticos" en diversas regiones del mundo?

.La inmoralidad del ejemplo con que bombarbean a cada instante las pantallas del Consumismo cambiando los valores humanos por iconos meramente economicos? La falta de futuro de nuestros jovenes que se sienten exiliados en sus propios paises?

.Si las sociedades contamos hoy por hoy con bastiones donde la reflexion, la critica y la libertad no se arrodillan a los designios de los poderosos, estos son nuestros poetas.

.Y es la poesia la que necesita multiplicarse a la hora de reconocernos como sociedad.

.Este mensaje estamos haciendolo circular entre miles de poetas, escritores, periodistas, actores culturales del mundo.

.Ya fue publicado en http://isla_negra.zoomblog.com

.Deseamos que termine este pesadilla para nuestro compañero; esta amenaza para la sociedad chilena.

.Giovanna Mulas, escritora italiana. Nominada al Nobel de LIteratura 2006.

.Gabriel Impaglione, poeta argentino. Director de revista literaria isla Negra.

.Escribi tu adhesion y enviala a esas direcciones:

.info@mineduc.cl

.alcaldia@municipalidadosorno.cl

.admun@municipalidadosorno.cl

.otero.mauricio@gmail.com

.gracias, un abrazo, gabriel impaglione

.

.Señor Ministro de Educación de ChileMartín Zilic:Respetable Señor Ministro:

.Consternados y con enorme preocupación, hemos tomado conocimiento queel poemario 'Cordero de Luz', publicado recientemente por elinternacionalmente reconocido poeta chileno Mauricio Otero, ha sidocensurado por el Departamento Administrativo de Educación Municipal,DAEM, de la Municipalidad de Osorno, cuya jefatura se encuentra enmanos del funcionario Mario Montesinos Henríquez, bajo lasupervisión de su Ministerio.Las fundamentaciones que le esgrimieran fueron que "Los poemas sonalgo complejos para ser comprendidos por jóvenes que están en periodode formación, tanto literaria como valórica. Varias imágenesdesmitificadoras requieren, para ser comprendidas cabalmente, serleídas por personas con criterio formado."Nosotros, artistas, intelectuales y ciudadanos del mundo, demócratas,pensamos que es suficientemente decidor cuando se recurre aplanteamientos tales como "una formación valórica" y "un criterioformado". En los momentos que vive Chile, donde sus estudiantes handemostrado al orbe entero una capacidad intelectual y recursosoratorios y de personalidad, nos parece muy dudoso que ellos esténen preparación valórica y que no tengan un criterio formado, lo quehabla a las claras de los prejuicios y el descriterio con que la obradel poeta Otero ha sido sancionada. La expresión libre, para que cadaquien saque sus conclusiones es indispensable en la formación delcriterio, informado, reflexivo e inteligente.Justamente de lo que se trata es de combatir el fascismo del quetanto hablamos; si nos dejamos amedrentar mientras éste avanzainexorablemente, siendo un deber salirle al paso y rápido, asentencias como las de Goebbels: "Cuando me hablan de cultura saco mirevólver".Señalaron al vate Mauricio Otero que las páginas cuestionadas de sulibro eran la 44 y 23 en adelante, lo que viene a evidenciar aun más,que el mundo vive entre motejaciones de corte dudosamente moralistas,al vetar obras como el "Código Da Vinci" o "Los Versos Satánicos", ypensamos que en pro de una sana meditación, el gobierno chilenodebiera allanar los caminos para la abierta circulación y laoportunidad de que los poetas vivan de su trabajo creativo, más entanto a las luces de la ciencia y la filosofía, si se quisieraanalizar la obra "Cordero de Luz", daríamos con la sentencia de queun propio padre de la Iglesia, San Agustín de Hipona, valida losversos del poeta Mauricio Otero.El personaje que se ha permitido estos juicios oficiales apuntaladoen una "moral" personal de dudoso contenido, debiera ser cuestionadopor el propio Ministerio si esta repartición del Estado de Derechorecapacitara en la ideología que le da forma a las actividades que seconsidera "pedagógicas" y que consisten en qué es "inmoral":¿publicar un libro de poesía o marchar militarmente con bandas deguerra?Un país, cuna de grandes poetas no puede permitir que la expresióncultural más alta del ser humano sea juzgada por pacatos.Toda censura nace del temor y de la envidia. La poesía subsistirápor sí misma porque es la última palabra a la que el ser humano puederecurrir.En una circunstancia así valdría citar a Emile Zola en 'J'acuse' :¡Ah! se han agitado allí la demencia y la estupidez, maquinacioneslocas, prácticas de baja policía, costumbres inquisitoriales; elplacer de algunos tiranos que pisotean la nación, ahogando en sugarganta el grito de verdad y de justicia bajo el pretexto, falso ysacrílego, de razón de estado...Es un crimen extraviar la opinión contareas mortíferas que la pervierten y la conducen al delirio. Es uncrimen envenenar a los pequeños y a los humildes, exasperando laspasiones de reacción y de intolerancia... Es un crimen explotar elpatriotismo para trabajos de odio; y es un crimen, en fin, hacer delsable un dios moderno, mientras toda la ciencia humana emplea sustrabajos en una obra de verdad y de justicia."Señor Ministro, la censura a 'Cordero de Luz' resulta siendo a laclaridad de la Historia, un honor para el poeta. No permita que esapotencia literaria que siempre ha sido Chile, sea arrastrada hacialos oscuros calabozos de la intolerancia en manos de fanáticos que notienen autoridad alguna sobre la creatividad de nuestra especie.Todavía está a tiempo: Sugerimos que Usted ordene se revoque dichaprohibición y se ofrezcan disculpas públicas al poeta.

.Muy atentamente

.Pedro Flecha,.

. Escritor peruano - Cusco, Perú

segunda-feira, março 20, 2006

como cultivar a insensibilidade...

Saúde Mental - Por Rubem Alves . .
Fui convidado a fazer uma preleção sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicanalista, deveria ser um especialista no assunto. E eu também pensei. Tanto que aceitei. Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Eu me explico.
.
Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma. Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Wittgenstein, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei.
.
Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh matou-se. Wittgenstein alegrou-se ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia. Cecília Meireles sofria de uma suave depressão crônica. Maiakovski suicidou-se.
.
Essas eram pessoas lúcidas e profundas que continuarão a ser pão para os vivos muito depois de nós termos sido completamente esquecidos. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, sempre iguais, previsíveis, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, como soldados em ordem unida, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, ou que faça algo inesperado; nem é preciso dar uma volta ao mundo num barco a vela, bastar fazer o que fez a Shirley Valentine (se ainda não viu, veja o filme) ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou. Pensar é uma coisa muito perigosa... Não, saúde mental elas não tinham. Eram lúcidas demais para isso. Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos e idosos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental.
.
Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa. Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão. Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.
.
Sinto que meus pensamentos podem parecer pensamentos de louco e por isso apresso-me aos devidos esclarecimentos. Nós somos muito parecidos com computadores. O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de dua s partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente "equipamento duro", e a outra denomina-se software, " equipamento macio".
.O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. O software é constituído por entidades " espirituais" - símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes.
.
Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", sendo que o programa mais importante é a linguagem.
.Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o qu e se estragou. Quando o problema está no software,entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas, humoristas, palhaços,escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas.
.
Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo,é sensível às coisas que o seu software produz. Pois não é isso que acontece conosco? Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado. Imagine um aparelho de som. Imagine que o toca-discos e os acessórios, o hardware, tenham a capacidade de ouvir a música que ele toc a e se comover. Imagine mais, que a beleza é tão grande que o hardware não a comporta e se arrebenta de emoção! Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei no princípio: a música que saia de seu software era tão bonita que seu hardware não suportou.
.
Dados esses pressupostos teóricos, estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias. Opte por um software modesto. Evite as coisas belas e comoventes. A beleza é perigosa para o hardware.
.
Cuidado com a música. Brahms e Mahler são especialmente contra indicados. Já o rock pode ser tomado à vontade. Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente. Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso software pensará sempre coisas iguais. E, aos domingos, não se esqueça do Silv io Santos e do Gugu Liberato. Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal. Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é. E, em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei, você se aposentará para, então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, entretanto, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram.
.
. versão Original, em Português do Brasil,
. oferta de Graça Vasconcelos, via Merlim Teixeira:
.
.mouradia: GraTos!
já de abalada? ande cá! corra a cuartina de riscas e sente-se aí no mocho (no canapé? é melhor nã, nã seja que as preguetas lhe dêem cabo da roupa).
.
faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
.
chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
.
nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
.
como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas
("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
.
ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!
.