voz do sul, em sal moura./ espigas e oliveiras em campo maior./ mãos de avós, raízes e galgos sedentos de chuva./ tapete de luz./ calçada puída.// voz do sul: canto lunar da madrugada.
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domingo, setembro 04, 2011
sexta-feira, julho 22, 2011
quarta-feira, novembro 25, 2009
quinta-feira, outubro 01, 2009
quarta-feira, setembro 02, 2009
sexta-feira, abril 03, 2009
imperdível - 6. : en tus brazos, Fx Goby, Mathieu Landour, Edouard Jouret
domingo, janeiro 04, 2009
"las palabras que..." - Poema de Graciela Wencelblat por mt
sábado, dezembro 27, 2008
quinta-feira, novembro 06, 2008
Como leer un poema - Jose Luis Menéndez (Arg.)
domingo, outubro 26, 2008
Ciclo Marcha Poética - Poesía en Imagen - ar
sábado, outubro 11, 2008
OTANGO, The ultimate tango show - TAGV, 11 Out/ 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
terça-feira, agosto 26, 2008
de Gerardo Lewin (Argentina) - Lenta Luz
quinta-feira, agosto 21, 2008
sábado, fevereiro 09, 2008
domingo, junho 10, 2007
segunda-feira, junho 19, 2006
«Un árbol...» de Milos Alda
...
....Un árbol... como cualquiera otro
.
................ La memoria del árbol es raíz
.
.................. cuadrada
.
..................... hoja
.
............. -que aterrizando-
.................. del vuelo se desdice
.
................. en demultiplicación de sí
.
........................ y de las potencias
.
...................................... que lo devoran.
.
. M.
sábado, junho 17, 2006
me espera el pentagrama, H. Botana
.
.me espera el pentagrama
.clave de sombra a la deriva
.
.
.desdibujada mi canción
.gorgojea entre las piedras
.
.
.la lluvia se hace lágrima
.me lleva tu ausencia
.
.
.el abismo/me abraza
.ni siquiera soy sombra
.
.
Humberto Botana
sexta-feira, junho 16, 2006
Círculo de cuatro lados por Gabriela Piccini
.“Nunca ha sido tan tarde a las seis menos
.cuarto como hoy”
.Roque Dalton
. A Rufus
.
.
. - I –
. Es tarde para desenredar la madeja de las cosas.
. El tiempo miente.
. Se disfraza de más tiempo
. y miente.
. Se cambia la máscara
. y como un aparecido detiene la comparsa
. y miente.
.
. - II –
. El carro se detiene,
. se hace trizas.
. Miro hacia atrás por sobre mi hombro
. y veo las manos
. y la huella.
.
. - III –
. Recibo en un leve mapa mi propia mitología.
. Lo giro.
. Intento comprender el mito y su reverso
. pero siempre es igual cuando ya es tarde:
. la historia se queda sin esquinas
. y ya no hay donde esperar.
. Entonces entiendo que es redonda como una trampa
. y creo que la mitología es una forma del consuelo.
.
. - IV –
. Por descubrir tengo una pena.
. Alguien se acerca y me pide una prueba de noamor
. (¿del amor que vale?)
. Yo soy una mujer.
. Yo no sé que darle.
.
.
.María Gabriela Piccini, Argentina
.
faz calôrê nã? é tempo dele! no cântaro hai água fresquinha! e se quiser entalar alguma coisaaaa... a asada das azeitonas está chêinha, no cesto hai bobinha e papo-secos (com essa chôriça... ou com o quêjo de cabra, iiiisso!, nessa seladêra de esmalte!);
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chegue-se à mesa! - cuidado não lhe rebole a melancia para cima dos dedos do péi... assim... - entã nã se está melhórê?
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nã, nã, agora nã vai máinada! estou a guardar-me pra logo... ora na houvera de sêri! ah! já lhe dê o chêro! pois é: alhos e coentros e um nadica de vinagrê... vem aí do alguidar de barro... sim, sã nas carnes prá cêa.
.
como nã sê o que o trouxe cá, forastêro, ‘stêja nesta sulmouradia como à da sua: pode ir mirando os links ("do monte"; "olivais..."; "deste planAlto..."; estas é que são...") os montes de que gostamos; pode ir vendo os posts por data ou esprêtando as nossas etiquêtas ("portados"); ou pode ir passando os olhos só pelos mais recentes.
.
ah! repare lá que por estes lados nã temos o hábito de editarê todos os dias - não é um blogue-diário, 'tá a vêri?; pensámo-lo antes como sendo uma espécie de blogue-testemunho das vozes do Sul (o de cá e os Suis todos); mas temos ainda muito qu'arengar... vamos lá chegando, n'éi? devagarê, que o sol quêma!