(primeira
versão)
.
trago comigo
varandas
nascidas na
casa velha
junto às dálias
e ao jasmim,
crescidas no
meio da Estrada (1,2)
onde abrigo
este destino (1,2)
vindo da sombra
para a paz. (1,2)
.
comigo trago
varandas
recatadas mas
vistosas
abrigadas pela
calma
onde acalmo o
que não sigo (1,2)
e, o que
persigo, guardo (1,2)
e abrigo de
outras demandas (1)
dos desabrigos
onde andas. (2)
.
comigo: varandas trago
janelas arcos
sacadas
por assomar ou
viver
por abrir:
suaves janelas (1)
de assim
sermos, só aromas (1)
entrelaçados
nos gestos(1)
de assim
sermos, só aromas (2)
varandas
frescas e francas (2)
guardadas, para
ti, por mim. (2)
.
.
.
(segunda
versão)
.
trago comigo
varandas
crescidas no
meio da estrada
nascidas na
casa velha
junto às dálias
e ao jasmim, (1,2)
onde abrigo
este destino (1,2)
vindo da sombra
para a paz. (1)
trago comigo
varandas (2)
.
comigo trago
varandas
recatadas mas
vistosas
abrigadas pela
calma
onde acalmo o
que não sigo (1,2)
e onde, o que
persigo, guardo (1,2)
e abrigo de
outras demandas (1)
dos desabrigos
onde andas. (2)
.
comigo: varandas trago
janelas arcos
sacadas
por assomar ou
viver
por abrir:
suaves janelas (1)
de assim
sermos, só aromas (1)
entrelaçados
nos gestos (1)
de assim
sermos, só aromas (2)
varandas
frescas e francas (2)
guardadas, para
ti, por mim. (2)
.
(terceira
versão)
.
.
trago comigo
varandas
crescidas no
meio da estrada
nascidas na
casa velha
junto do jasmim,
das dálias, (1,2)
onde abrigo
este destino (1,2)
vindo da sombra
para a paz. (1,2)
.
comigo trago
varandas
vistosas mas recatadas
abrigadas pela
calma
onde acalmo o
que não sigo,
onde guardo o
que persigo
e abrigo de
outras demandas (1)
onde guardo o
que persigo (2)
e te abrigo de
outras demandas: (2)
os desabrigos
onde andas. (2)
.
comigo: varandas trago
janelas arcos
sacadas
por assomar ou
viver
por abrir:
suaves janelas (1)
de assim
sermos, só aromas (1)
nos gestos entrelaçados
(1)
de assim
sermos, só aromas (2)
varandas
frescas e francas (2)
guardadas, para
ti, por mim. (2)
.
(quarta versão)
.
.
trago
comigo varandas
crescidas
no meio da estrada
nascidas
na casa velha
junto
às dálias e ao jasmim
onde
abrigo este destino
vindo
da sombra para a paz:
varandas
para ti de mim
onde
abrigo este destino
voltado
para a flor da paz
varandas
para ti de mim
comigo trago
varandas
vistosas
mas recatadas
comigo trago
varandas
recatadas
mas vistosas
abrigadas
pela calma
onde
guardo o que persigo
e onde
acalmo o que não sigo,
onde,
o que persigo, guardo e
te
abrigo de outras demandas
dos
desabrigos onde andas.
varandas trago
comigo
janelas
arcos sacadas
por
assomar ou viver
por
abrir: suaves janelas
entrelaçados
nos gestos(1)
de
assim sermos, só aromas (1)
nos
gestos entrelaçados (1)
de
assim sermos, só aromas (2)
varandas
frescas e francas (2)
guardadas,
para ti, por mim. (2)
(Fado 'Dois Tons' — Música de Alberto Lopes)
.